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RUPTURA DO TENDÃO DO BÍCEPS BRAQUIAL

Localizado à frente do braço, o músculo do bíceps conta com tendões que o prende aos ossos do ombro e cotovelo. Esse músculo serve para ajudar a dobrar os cotovelos, mantém os ombros estáveis e também a girar os braços.

Quando há ruptura

Quando há uma ruptura desse tendão, a pessoa perde bastante da força no braço e tem dificuldades de girar o antebraço com força e até de colocar a palma da mão para cima. Elas podem sentir dor súbita e aguda no braço e cotovelos, ouvir estalos do braço, dor no músculo, apresentar equimoses, entre outros.

Ruptura do Tendão do Bíceps

Embora algumas pessoas consigam conviver bem com o tendão do bíceps rompido, graças à tratamentos simples que aliviam sintomas, outras irão necessitar de cirurgia de reparação.

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TENDÃO DO BÍCEPS

Há dois tendões do bíceps na articulação do ombro. Há uma porção longa – cabeça longa do bíceps braquial – que se encontra no alto do ombro (glenóide). E a porção curta – cabeça curta do bíceps braquial – que se encontra na protuberância óssea anterior da escápula (processo coracóide).

RUPTURA

As lesões no tendão do bíceps podem ser tanto parciais como completas. É comum que os tendões lesados comecem a se desgastar bem antes de as pessoas procurarem instâncias médicas reclamando de dores no ombro. Uma observação interessante é que, não raro, se encontra uso de anabolizantes em halterofilistas.

Hora de procurar um tratamento

Após a lesão, caso não se procure um especialista para tratamento, o tendão pode romper por completo em meio a uma atividade rotineira que exige mais esforço como levantar algo pesado.

Dois pontos de fixação

O bíceps tem dois pontos de fixação no ombro. O mais provável de ser lesado é a cabeça longa do tendão do bíceps. Afinal, ele é mais vulnerável em seu caminho da articulação do ombro à glenoide. A cabeça curta do bíceps muito dificilmente será lesada. Isto porque, graças a esse segundo ponto de fixação, as pessoas conseguem usar o bíceps mesmo com a cabeça longa completamente rompida.

Ruptura do Tendão do Bíceps

Se, ainda sim, o paciente rompe o tendão do bíceps, podem ocorrer lesões em outras partes do ombro, como por exemplo os tendões do manguito rotator.

CAUSAS

A porção longa do bíceps pode ser rompida por queda, ao cairmos com o braço estendido. Também pode ser causada por um levantamento de peso, ao carregar algo acima da capacidade do seu músculo.

 

Lesões desse tipo também podem advir de um desgaste ao longo do tempo, sendo causadas muitas vezes apenas pela velhice. Pode, no entanto, serem agravadas por movimentos repetitivos com o uso do ombro. Esse tipo de comportamento traz uma série de problemas na região como síndrome do impacto, lesões do manguito rotator e tendinite.

FATORES DE RISCO

● Idade avançada;
● Longos anos de desgaste com atividades que forçam os ombros;
● Excesso de carga em exercícios que envolvem os ombros;
● Esportes que sobrecarregam os ombros como natação ou vôlei;
● Hábito de fumo da nicotina – o que afeta na nutrição de tendões;
● Uso de medicamentos corticosteróides – que está associada ao enfraquecimento de músculos e tendões.

DIAGNÓSTICO

Em casos de dores nos ombros ou após um acidente em que eles foram afetados, deve-se procurar um profissional do Artroplastias capacitado para diagnóstico. Após escutar os relatos, ele examinará a área.

Rupturas Completas

A percepção da ruptura fica muito óbvia em caso de rupturas completas, por causa da deformidade decorrente a que chamamos de “braço do Popeye”.Já com rupturas parciais, o médico provavelmente pedirá para dobrar os braços e apertará os bíceps.

Radiografias

Muitas vezes são pedidas radiografias porque, embora não se possa enxergar tendões por meio delas, servem para descartar fratura e lesões em geral. Já ressonâncias magnéticas são úteis para visualizar esses tecidos moles.

TRATAMENTO

Existem tratamentos não cirúrgicos e cirúrgicos para ruptura do tendão do bíceps. O primeiro é mais comum nos casos em que a dor e fraqueza não se tornaram expressiva. Consiste em aplicação de compressa de gelo, uso de antiinflamatórios e repouso, basicamente.

Já o cirúrgico é comumente aplicado a pacientes que necessitam da recuperação total dos seus músculos e tendões como atletas ou trabalhadores. As opções são variadas e é escolhida pelo profissional que acompanha o caso. As complicações pós cirúrgicas são raras e a recuperação pode consistir em fisioterapia e repouso da área.

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