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RUPTURA DO PEITORAL MAIOR

Embora não seja de alta reincidência, sendo mais comum em pessoas jovens que praticam atividades físicas exaustivas para a musculatura peitoral, a ruptura do peitoral maior tem consequências graves e tratamento delicado.

Observância da Anatomia

Através da observância da anatomia da região afetada, dos sintomas e características da lesão, assim como seus tipos, e do processo de diagnóstico e tratamento, pode-se conhecer melhor o problema e as suas possibilidades de prognóstico.

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ANATOMIA

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Formato Triangular

O músculo peitoral maior tem um formato triangular. Se origina na clavícula, nas costelas e nos esterno e na aponeurose do músculo oblíquo externo do abdome, pela inserção no úmero proximal lateralmente ao tendão do bíceps, de uma forma laminar com seis milímetros, espessura de oito centímetros e altura de nove centímetros (craniocaudal).

Peitora Maior

O músculo peitoral maior é o mais importante rotador medial para adução do ombro. Ele é todo inervado por nervos do peitoral medial e lateral.

SINTOMAS

O relato mais recorrente é de dores súbitas na região medial do braço, perto do tórax, assim como estalos, na hora da execução de exercícios para a musculatura peitoral. Seguidos também de inchaço (edema e equimose (mancha roxa na pele como reflexo de sangramento), inclusive na parte interna do braço.

Há limitação dos movimentos de adução (flexionar o braço para junto do tórax) e da rotação medial. Um sinal visível que as vezes se expressa, é uma alteração no formato do músculo.

REINCIDÊNCIA

Ruptura do Peitoral Maior

Não é uma lesão comum, mas a ruptura do músculo peitoral maior tem crescido nos últimos 20 em ocorrências. Especialmente por causa de esportes com atividades físicas intensas, como por exemplo a musculação – halterofilistas -, crossfit e jiu-jitsu.

Comum em pacientes jovens e ativos

É mais frequente em pacientes jovens e ativos e em atletas que levantam pesos específicos, sendo 85% dos casos em atletas. Acomete mais homens de vinta à quarenta anos de idade e, comumente, se identifica o uso de anabolizantes.

Mecanismo de Lesão Indireto

O mecanismo de lesão indireto é mais corriqueiro em atletas – por causa de movimentos como o supino -, quando o ombro encontra-se posicionado em extensão e rotação lateral, ao resistir a forças diretas no sentido ântero-posterior. Nesse exercício, o atleta fica deitado sob um banco e vai levantando a barra por meio de uma estrutura do próprio aparelho. O ombro fica em 90º de flexão e em abdução de 90º com cotovelos em extensão.

DIAGNÓSTICO

A ressonância magnética, primordial para identificação de várias rupturas, não diferentemente se torna primordial neste caso. No entanto, é importante salientar que exames de rotina, com ressonância magnética do ombro, podem não detectar o problema. Isto porque, a ressonância deve ser específica para tal avaliação.

Ressonância Nuclear Magnética

A ressonância nuclear magnética ainda é o melhor dos métodos para este diagnóstico e para a compreensão da anatomia padrão da lesão.

TIPOS DE LESÃO

Podemos classificá-las a partir do tempo, da localização e do grau do acometimento. Assim, as roturas agudas ou crônicas são aquelas com tempo maior do que três semanas. Elas podem influir no ventre muscular, na transição miotendínea ou na inserção do tendão.

Lesões Parciais ou Completas

Já lesões parciais ou completas, estão relacionadas com a localização. O músculo peitoral é formado por duas porções: a esternal e a clavicular. A ruptura do peitoral maior pode ocorrer em ambas as porções ou em somente uma. O mais comum é a lesão na cabeça esternal.

TRATAMENTO

Pode ser tratado tanto da forma conservadora, ou seja, sem cirurgias, como de forma cirúrgica. Em caso de lesões parciais (ou na inserção tendínea), a porção muscular (o medial), bem como aquelas no ventre muscular, podem ser tratadas da primeira forma – apenas em repouso com a tipoia e cuidados paliativos para alívio de dores.

Lesões Completas

Já para lesões completas (ou de toda inserção tendínea), assim como de toda porção esternal, o tratamento cirúrgico há de consistir em reinserção do tendão lesado através de âncoras metálicas, parafusos. Se for um caso agudo pode ser por meio de endobutton e, em casos crônicos, até mesmo enxerto de tendão, por causa da incapacidade do tendão de se reinserir diretamente no osso.

Recorra a um profissional

Assim, os prognósticos e pós operatório podem ser positivados quanto antes se recorra a um profissional competente da clínica Artroplastias. Só ele pode dar o diagnóstico correto e encaminhar as melhores formas de tratamento para cada caso específico.
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