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FRATURA DO COLO DO FÊMUR

 

Doenças na terceira idade estão mais frequentes

As doenças da terceira idade estão se tornando mais frequentes na medida em que a longevidade da população aumenta. No caso da fratura do colo do fêmur (também conhecida como fratura do quadril) não é diferente. 

 

Fratura do Colo do Fêmur

Para compreender mais sobre a fratura do colo do fêmur acompanhe nosso texto e entenda suas características e tratamento cirúrgico. 

 

Fraqueza dos ossos ao envelhecer

A fraqueza natural dos ossos pelo envelhecimento, a perda de força muscular, a maior dificuldade para se manter equilibrado, a perda da acuidade visual e o frequente uso de medicamentos que causam redução da pressão arterial ou que agem no sistema nervosos central favorecem a queda e, consequentemente a fratura do quadril nas pessoas mais idosas. 

 

Confluência de Dois Fatores

Geralmente há confluência de dois fatores que levam às fraturas do colo do fêmur: ossos fracos e traumas na região do quadril. Sendo que esses dois fatores se fazem mais presentes na população idosa, o que explica o por quê dessa população sofrer mais com esse tipo de fratura. 

SOBRE O QUADRIL E O COLO DO FÊMUR

O fêmur é um osso grande e robusto, o maior em nosso esqueleto, possuindo grande resistência. Localizado na região da coxa, ele se liga na extremidade inferior da pelve e proximal da perna. 

Divisões na parte superior

 Em sua parte superior o fêmur apresenta três divisões, cada uma tem seu nome característico. As partes são chamadas de: cabeça do fêmur, colo do fêmur  e o trocânteres. 

O acetábulo

 O acetábulo é a região localizada no osso da pelve na qual a cabeça do fêmur se encaixa. A região que engloba a parte superior do fêmur e a lateral da pelve é o que chamamos de quadril, e a junção entre acetábulo e a cabeça do fêmur é chamada de articulação do quadril. 

 

DIAGNÓSTICO

Para a realização do diagnóstico são levados em conta o histórico do paciente, os sintomas e o relato da queda, então se passa ao exame. O membro inferior costuma ficar encurtado e rodado externamente. Através da radiografia ficará claro em que local ocorreu a fratura.  

Quando a Radiografia não é suficiente

 Ainda assim, nos casos que a imagem da radiografia não é suficientemente clara, o médico poderá se valer de uma tomografia computadorizada, ou uma ressonância magnética. 

 Quando a fratura é completa e osso é partido em duas partes, o membro fraturado apresenta menor comprimento do que o membro sadio. Outro sinal comum é que a perna fica em rotação externa. 

COMO SE DÁ A FRATURA DO COLO DO FÊMUR

As fraturas intra-capsulares são aquelas que se dão na região do colo e da cabeça do fêmur. As demais fraturas que ficam abaixo dessa região são chamadas de extra-capsulares. 

Fraturas Intra-capsulares

 No caso de fraturas intra-capsulares as complicações ocorrem com maior frequência, isso porque há vascularização em menor escala na região do colo e da cabeça do fêmur. O risco de necrose, alterações degenerativas, bem como o comprometimento da cicatrização, são consequências da possível interrupção do fluxo de sangue após a fratura. 

TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FRATURA DO COLO DO FÊMUR

  • Obter melhores possibilidades de recuperação o tratamento cirúrgico é a opção mais indicada. No entanto, o tempo também é um fator importante, pois, quanto mais rápido for realizada a cirurgia, melhor será a recuperação, pois nessa situação o paciente fica menos tempo acamado e receberá alta hospitalar precocemente. 
  •   Forma é preferível que o tratamento da fratura do colo do fêmur se dê no intervalo de 48 horas depois de ocorrida a fratura, desde que o paciente esteja clinicamente estável. 
  •   O procedimento os ossos poderão ser fixados com o auxílio de pinos, placas ou parafusos, variando de acordo com as características da fratura.   
  •   Substituição de parte do quadril por uma prótese artificial pode ser o caso quando a cabeça do fêmur estiver muito comprometida, ou houver risco de comprometimento da perfusão sanguínea para ela. 
  • Evitar que os músculos do paciente sofram atrofia, é indicado que ele já comece a realizar pequenas caminhadas após a cirurgia, ainda que seja necessário o auxílio de muletas. Outra medida recomendada é que o paciente inicie fisioterapia assim que possível, pois, o principal objetivo é que o paciente consiga voltar a andar. 

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