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CIRURGIA DE RUPTURA DO ADUTOR DA COXA

Distensão Muscular na Coxa

A lesão na região da virilha (distensão muscular na coxa) é responsável por aproximadamente 5% das lesões atléticas, principalmente em esportes que envolvem chutes. Muitas vezes essas lesões são graves, necessitando de longos períodos para recuperação.   

 Para compreender mais sobre a ruptura do adutor da coxa acompanhe nosso texto e entenda sobre suas características e tratamento. 

 

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SOBRE A MUSCULATURA ADUTORA DA COXA

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Localizados na parte interna da coxa, os músculos adutores da coxa vão da virilha (região inguinal) até o joelho. O movimento de adução é a principal função desses músculos, puxando os membros inferiores para a linha média (“fechar as pernas”).  

 Sendo muitos utilizados durante esportes como: corrida, futebol, basquete, vôlei, e outros esportes com rápidas mudanças de direção, os músculos adutores da coxa entram em ação para realizar o movimento de puxar para o centro o membro inferior que está oscilando. Assim mantendo o equilíbrio da pessoa. 

SOBRE AS LESÕES

Na maior parte das vezes a distensão muscular na coxa ocorre na junção musculotendinosa proximal, embora haja diversos relatos de lesões que se deram na parte proximal e distal do músculo adutor da coxa. Rupturas na origem são pouco frequentes, com poucos casos conhecidos na literatura médica.  

 A maior parte dos casos estão associados à prática de esportes que envolvem o movimento de chute e tiveram de ser tratados cirurgicamente. 

 O estiramento abrupto e intenso da musculatura da virilha pode causar o estiramento desses músculos. Também pode ser causada pela contração abrupta da musculatura junto a uma rotação do corpo em carga. 

 

A gravidade da distensão muscular na coxa irá servir para indicar qual tipo é. As lesões são divididas em 3 graus, como veremos a seguir. 

 

  • Lesão de Grau 1 – Nesta categoria as lesões são de pequeno porte e abrangem até cerca de 10% das fibras musculares em questão.
  • Lesão de Grau 2 – Nesta categoria as lesões abrangem até cerca de 90% das fibras musculares em questão.  
  • Lesão de Grau 3 – Nesta categoria as lesões abrangem mais de 90% das fibras musculares em questão. Podendo chegar até a ruptura completa, ocorrendo frequentemente na transição do músculo para o tendão, ou no tendão.
     

 É possível que o tendão dos músculos adutores acabe por sofrer com pequenos danos repetitivos, devido ao overuse (uso excessivo). Com isso haverá a inflamação e degeneração, com dano da qualidade do tecido fibroso do tendão. Dessa forma originando uma tendinopatia dos adutores da coxa.

SINTOMAS DA DISTENSÃO MUSCULAR NA COXA

 

  • Para rupturas de Grau 1: Em rupturas deste grau o paciente poderá começar a sentir desconforto na parte interna da coxa, ou na virilha. A sensação pode aparecer logo que ele interromper o exercício que estiver fazendo. 

 

É possível que uma sensação de tensão nos músculos da virilha dure por um intervalo de 2 a 5 dias. Sendo que a área pode ficar sensível à palpação. É comum que os sintomas tenham seu início durante mudanças repentinas de direção durante a prática de algum esporte. 

 

  • Para rupturas de Grau 2: Em rupturas deste grau o paciente poderá passar a sentir uma dor súbita na região da virilha, ou nos músculos adutores enquanto realiza exercícios físicos. Sendo que, no dia seguinte, uma tensão dos músculos da virilha pode se fazer presente.Também é comum a formação de hematomas ou inchaços na região afetada. O músculo se apresenta dolorido ao longo de sua extensão, bem como durante corridas, ou até mesmo caminhando. Podem formar-se pequenos hematomas ou inchaço.
     
  • Para rupturas de Grau 3: Em rupturas deste grau o paciente sentirá dores agudas ao realizar exercícios físicos, principalmente ao mudar de direção rapidamente ao estar correndo.  

 

  • Ele não conseguirá contrair os músculos da virilha e, nas primeiras 24 horas, apresentará hematomas e inchaços consideráveis no interior da coxa. Quando há a ruptura completa é possível observar um volume muscular próximo à virilha. 

● Para rupturas de Grau 1: Em rupturas deste grau o paciente poderá começar a sentir desconforto na parte interna da coxa, ou na virilha. A sensação pode aparecer logo que ele interromper o exercício que estiver fazendo.

É possível que uma sensação de tensão nos músculos da virilha dure por um intervalo de 2 a 5 dias. Sendo que a área pode ficar sensível à palpação. É comum que os sintomas tenham seu início durante mudanças repentinas de direção durante a prática de algum esporte.

● Para rupturas de Grau 2: Em rupturas deste grau o paciente poderá passar a sentir uma dor súbita na região da virilha, ou nos músculos adutores enquanto realiza exercícios físicos.Sendo que, no dia seguinte, uma tensão dos músculos da virilha pode se fazer presente.

Também é comum a formação de hematomas ou inchaços na região afetada. O músculo se apresenta dolorido ao longo de sua extensão, bem como durante corridas, ou até mesmo caminhando. Podem formar-se pequenos hematomas ou inchaço.

● Para rupturas de Grau 3: Em rupturas deste grau o paciente sentirá dores agudas ao realizar exercícios físicos, principalmente ao mudar de direção rapidamente ao estar correndo.

● Ele não conseguirá contrair os músculos da virilha e, nas primeiras 24 horas, apresentará hematomas e inchaços consideráveis no interior da coxa. Quando há a ruptura completa é possível observar um volume muscular próximo à virilha.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

Ao conferir o histórico do paciente, junto à realização de exames (palpação, ecografias e ressonâncias magnéticas), é provável que o médico já consiga constatar a distensão muscular na coxa.
 

Em casos de distensão muscular na coxa (Grau 3), o indicado é a realização de uma cirurgia de reconstrução.  

 

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